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terça-feira, 6 de março de 2012

Velázquez Popozuda

Falar sobre Velázquez em uma sala de aula rende muito mais alegrias do que pode parecer. Principalmente se o assunto for seu quadro "As meninas", talvez a obra mais famosa deste genial pintor espanhol. Se a gente pensa que falar de uma pintura do século XVII pra uma galera que está crescendo em 2012 soa anacrônico, basta dar algumas informações a respeito do que o quadro diz (ou pode estar dizendo [ou escondendo]) que logo todo mundo entra na onda e pronto, estamos todos experimentando o simultaneísmo da era digital, se não em ações propriamente ditas ao menos em possibilidades de interpretação.

Não vou ficar analisando o quadro aqui, há inúmeros sites que publicaram suas considerações acerca do que "As meninas" contém além do título humilde. Uma das mais famosas interpretações dos conteúdos da obra abre o livro "As palavras e as coisas", do multipensador francês Michel Foucault. Quem quiser que pesquise. O fato é que o cara (Velázquez, não Foucault) levou as artes plásticas a um patamar nunca antes alcançado. Assim como nossa querida Valesca fez com o funk carioca.

 Velázquez revolucionando a pintura DAQUELE JEITO!!!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Ih, comecei um blog



Não sei o que isso significa.
Não sei quem vai ler.
Não sei se vão ler.
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A ideia é fazer com que este espaço seja um quase-Facebook-meio-Twitter-tipo-Tumblr de assuntos diversos e que podem interessar tanto a amigos quanto a alunos. Na verdade, a intenção primeira é a de democratizar conteúdos das aulas, ampliar as discussões, entre outros benefícios que essas plataformas podem trazer.
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Por outro lado, não queria fazer um "blog de professor", e com isso em mente é que pretendo não ficar preso a conteúdos escolares, didáticos e pedagógicos. Também não sei o que vai acontecer com o blog, mas isso é outra história.
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Devo o título à professora Marilene F. Cambeiro, que durante minha graduação repetiu (e tenho certeza de que ainda repete bastante com as novas turmas) o par de palavras que pode ser lido no alto da página. Uma justa homenagem.
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Acho que começou, então.